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Dual boot sem drama

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Prometi para uns amigos que faria um vídeo sobre como fazer dual boot Linux + Windows, mas enquanto o vídeo não rola resolvi fazer um passo a passo de como fazer um dual boot sem complicação.

Em primeiro lugar é necessário analisar se há mesmo a necessidade de se fazer.

Porquê você precisa de dois sistemas?

Se você usa alguns programas como Dreamweaver, Flash, Corel Draw, AutoCAD mas deseja aprender usar o Linux não seria interessante começar direto no Linux e encarar de vez a empreitada?

Tudo bem, aqui a gente tem a intenção de ajudar, instruir e não fazer uma lavagem cerebral no usuário, porque muitos usuários falam mal do Windows mas no fundo, no fundo, usam-no ou têm vontade de usá-lo, não é o nosso caso, pois a gente sabe reconhecer um produto bom.

É claro que existem distribuições do Windows que são ruins demais para serem usadas, como, por exemplo: Windows ME, Windows Vista e as versões Home Edition (de todas as famílias Windows) só servem para uso doméstico. com sérias restrições, por exemplo: impressão em rede, compartilhamentos, etc, mas existem distribuições (“distrôs”) no Linux também que são ruins demais ou não são adequadas para quem deseja mais do que entrar na internet, ouvir música ou digitar um texto no computador, portanto cada sistema operacional, seja da família MAC, Linux ou Windows tem alguma linha de produtos que são apenas para aumentar a família, mas sempre desagrada alguém.

Veja as alternativas para alguns programas no Linux:

Dreamweaver: Aptana Studio, NVU, Komposer, NetBeans, Eclipse

CorelDraw: InkScape

AutoCAD (não se diz AutoCARD, ok?!)

Veja uma lista de 50 alternativas para aplicativos/softwares proprietários

Para criar um dual boot com Linux e Windows é muito simples, basta seguir a seguinte regra:

1) Alterar a ordem de boot do seu equipamento para que tenha como prioridade o drive de CD/DVD;

2) Instalar primeiramente o sistema da família Windows;

3) Instalar a distribuição Linux, não se esquecendo de observar as partições existentes do Windows, embora o Linux seja muito amigável (Ubuntu pelo menos é fácil) um pouco de cuidado na hora de alterar a partição e definir o GRUB (o boot do Linux), geralmente o Linux cria o GRUB na partição do Windows, pra facilitar a leitura e a escolha quando o computador é ligado, ou então ele define o GRUB na própria partição e gerencia o carregamento do Windows na sua partição;

Não quer mais usar um dos sistemas?

Cuidado!! O GRUB é sensível, se você apagar a partição do Linux seu Windows também será afetado e pode não conseguir mais acessá-lo, mas “palma, palma, palma! Não priemos cânico” em breve colocaremos um artigo informando como recuperar tanto o boot para quem optou pelo Linux e pelo Windows.

Em breve as vídeo-aulas prometidas!

Dúvidas? Fez coisa errada? Fale conosco que a gente tem prazer em ajudar.

Analista de Sistemas e Suporte Técnico TI - Pós graduando em Metodologia do Ensino Superior - Fã de tecnologia, sistemas operacionais (Windows e Linux), Quase-Programador Delphi, Aspirante em SEO, Blogueiro e ativo nas redes sociais Google+, Twitter, Facebook e Proprietário e Administrador do ClubedoCHA. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2399116495344293

8 Comentários »
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  • http://www.r3design.com.br Leandro Ramos

    Sou usuário linux há 3 anos, usando sempre ferramentas do linux. Mas, desculpe, nenhum programa pode substituir o Dreamweaver. Mas, como não sou fã de “modo design”, uso o Netbeans e o Eclipse numa boa…

    O nome do programa gráfico é Inkscape, não Inkspace – e ele substitui o Corel Draw perfeitamente… a única coisa difícil é mandar pra gráfica um trabalho feito nele.

    • netto

      Obrigado pelo comentário e pela correção!
      Eu uso o InkScape…
      Vou adicionar o Netbeans e o Eclipse na lista.
      Com certeza o Dreamweaver é imbatível pela facilidade, mas ferramentas como o Netbeans podem oferecer as mesmas utilidades e as mesmas ferramentas para o desenvolvimento web, mas a gente sempre quer o mais fácil… o Dreamweaver é pago e caro, o NetBeans é gratuíto, compensa estudar um pouco mais porque profissionais que usam-no é mais valorizado no mercado.

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